Marley e Eu.

marley e eu  Minha missão em 2014 vai ser acabar com o meu preconceito cinematográfico. Sabe por que? Porque ele me impediu várias vezes de assistir a um filme legal. Um desses filmes que demorei a assistir por causa desse meu preconceito foi Marley e Eu. Uma pena. Mas, minha teoria permanece: de que tudo tem seu tempo certo nessa vida. Inclusive para assistir a certos filmes.

Marley e Eu é um filme que cheira a sentimento. Resisti a assisti-lo antigamente pois se tratava de um longa sobre um cachorro. E desde criança sempre odiei filmes cujo personagem principal fosse um animal. Seja Bethoveen ou qualquer outro. Porém, Marley e Eu não é apenas um filme sobre cachorro, mas sim, um filme sobre sentimentos. Diversos deles. A história gira em torno de um casal, Jenny (Jennifer Aniston) e John (Owen Wilson), que recém-casados adotam o filhote de labrador, Marley. Marley parece ser um cachorro comum, mas não demora muito para John e Jeny perceberem que ele não é. Marley é um cachorro elétrico, que não “admite” ser adestrado, é extremamente rebelde e come tudo que encontra pela frente. Mas isso não é um problema para o casal, pois é com esse jeito levado que Marley conquista a todos.

O filme vai mostrando a convivência da família com o cachorro. Jenny e John são jornalistas, trabalham em diferentes jornais, entretanto, Jenny larga o emprego para cuidar das crianças e John é promovido a colonista diário do jornal que trabalha. A coluna dele começa a fazer muito sucesso porque ele passa a escrever sobre seu cotidiano com Marley e suas travessuras. E todos se encantam com isso. Até que ele é consegue um emprego em outro estado  e a família se muda. Lá o padrão de vida é diferente, mas ainda assim, todos se adaptam.

marley

Com o tempo, Marley vai ficando velho e doente. Se recupera, mas quando a doença o atinge novamente, ele não consegue resistir.

É esse o momento de mais emoção do filme. A doença e morte de Marley é tratada com tanta delicadeza que é impossível não se comover. Eu admito que me emocionei vendo o filme e derramei algumas lágrimas. Mas não de tristeza. Apenas lágrimas de sentimentos. Pois, o modo como a família se apega ao cachorro, o modo como ele faz parte da vida deles e o modo como eles o amam é comovente. As crianças, e o casal. Principalmente o filho mais velho, Patrick, que passou a maior parte da sua infância com Marley. A cena em que Marley está no veterinário com John, Jenny em casa, triste e pensativa, as duas crianças menores dormindo e Patrick, o mais velho, assistindo a um vídeo de quando era bebê e que Marley está junto é uma cena linda. Simples, mas linda. A simplicidade como a importância de Marley é retratada é muito bonita.

E, para fechar com chave de ouro, Jonh narra algo lindo sobre cachorros ao fim do filme: Que eles não ligam para roupa de marca, se você é rico ou pobre, esperto ou bobo, pra eles nada disso importa, porque eles entregam a você seu coração de qualquer forma, e fazem você se sentir mais extraordinário e especial do que provavelmente qualquer pessoa faria.

Marley e Eu é um filme muito recomendado e o livro deve ser tão bom quanto o filme. Só tenho coisas boas a dizer sobre as atuações de Jennifer Aniston e Owen Wilson. Owen me encantou logo de cara com Meia-noite em Paris do Woody Allen ❤ e Jennifer me conquistou aos poucos com Friends, mesmo eu já tendo visto alguns de seus filmes.

Xx,

Amanda Lobo.

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